quarta-feira, 2 de abril de 2008
QUEREM ESTES SUJEITOS DAR AULAS E TER AUTORIDADE?
QUEREM ESTES SUJEITOS DAR AULAS E TER AUTORIDADE?
PARECEM UMA CLAQUE DE FUTEBOL!
2719 euros mensais
Professor do Ensino Secundário
Remuneração
Os vencimentos dos professores do ensino secundário variam entre os 1000 euros e os 2719 euros mensais, de acordo com a tabela salarial negociada pelo Sindicato dos Professores Licenciados (SPL),2719 euros mensais
http://www.google.pt/search?hl=pt-PT&sa=X&oi=spell&resnum=0&ct=result&cd=1&q=sindicatos+dos+professores&spell=1
INCRIVEL INCRIVEL INCRIVEL
COMO É QUE ESTA GENTE FAZ GREVE?
O MEU DINHEIRO? O SEU DINHEIRO? RIDICULO
ENTÃO E DISTO NINGUEM FALA?
01.04.2008 - 20h29 Samuel Silva
Os pais de três alunos do 3º ano do 1º ciclo da escola EB1 do Salgueiral, em Guimarães, processaram a professora de inglês da turma por maus-tratos infantis. Segundo os encarregados de educação, a professora castigou as crianças, com idades entre os sete e os oito anos, sentando-os de frente para a parede e com as bocas tapadas com fita-cola, como castigo pelo mau comportamento.Tudo terá acontecido na passada segunda-feira, o primeiro dia de aulas do 3º período. “Os alunos estavam irrequietos por ser o dia de regresso às aulas e falavam entre si”, conta Fernando Nogueira, pai de uma das crianças, que ontem denunciou o sucedido.
O encarregado de educação não se conforma, no entanto, com o castigo escolhido pela professora de inglês: “Nada justifica as proporções do castigo”. Segundo o seu filho, “a professora exaltou-se, foi ao armário buscar um rolo de fita-adesiva e tapou a boca” a três alunos, obrigando-os a virarem-se de costas para a turma até ao final da aula.
“O meu filho tem problemas respiratórios”, explica Fernando Nogueira, justificando que o filho “teve que fugir da sala” perante a insistência da professora no castigo. No entanto, os outros dois colegas “passaram quase uma hora com a fita-cola colada na boca e de costas para a turma”, conta o encarregado de educação.
Os pais dos três alunos, que alegadamente foram mal tratados pela professora de inglês, apresentaram hoje mesmo uma queixa-crime por maus-tratos sobre menores junto do Ministério Público, do Tribunal de Guimarães. A queixa dos encarregados de educação seguiu também para a Direcção Regional de Educação do Norte e para o Ministério da Educação. A advogada de Fernando Nogueira pondera ainda processar a escola EB 1 do Salgueiral, imputando-lhe responsabilidades pelo sucedido.
Pais reuniram com direcção da escola
Entretanto, os pais dos alunos envolvidos estiveram reunidos com a direcção da escola, hoje ao final da tarde. Na reunião, os encarregados de educação expuseram o caso, exigindo o afastamento da professora em causa. Na reunião, alguns pais presentes propuseram que a professora fosse afastada imediatamente, acusando-a de já ter utilizado outras práticas pouco comuns para castigar a turma.
De acordo com os pais, a direcção do agrupamento escolar em que está integrada a Escola EB1 do Salgueiral prometeu “tomar medidas e agir em conformidade”, assim que tiver esclarecido o sucedido. Deste modo, acabou por ficar acordado entre os encarregados de educação e a escola, que as serão tomadas medidas no final de um inquérito interno entretanto aberto para averiguar o que se passou na tarde da passada segunda-feira.
Mas, para alguns dos pais, as garantias da escola não são suficientes. Fernando Nogueira garante mesmo que o seu filho “não volta às aulas de inglês enquanto a professora se mantiver em funções”.
A direcção do agrupamento vertical D. Afonso Henriques, ao qual pertence a escola do primeiro ciclo do Salgueiral recusou prestar declarações até que o processo de inquérito esteja terminado. O PÚBLICO tentou também contactar a professora envolvida, mas não foi possível ouvir a docente. A professora em causa não faz parte do corpo docente da escola, uma vez que está contratada, pela autarquia, ao abrigo do programa de ensino de inglês no básico, lançado há dois anos.
ENTÃO E DISTO NINGUEM FALA?
Professor de escola pública agride alunos com necessidades especiais
02 de Abril de 2008, 14:45
De acordo com a Rádio TSF, um professor de psicomotricidade da Escola Básica de Lagos, Vila Nova de Gaia, foi acusado de agredir 6 crianças com necessidades educativas especiais. As crianças seriam alegadamente silenciadas com papel na boca, denuncia um dos pais. De acordo com Joaquim Magalhães, "as crianças foram vítimas de maus tratos e o individuo metia papel na boca para as calar. Mas estamos a falar de crianças com epilepsias graves", acrescentou. A queixa crime foi apresentada em Março mas só agora foi divulgada.O professor acusado foi afastado alguns meses depois das alegadas agressões e o caso já está em tribunal.
A Confap (Confederação Nacional das Associações de Pais) pretende uma auditoria com a PGR ( Procuradoria Geral da República) para que se tomem medidas.
Caso Carolina Michaelis
Caros Leitores,
Não posso deixar de abordar este tópico no Blog é urgente ser justo, pois assisto vergonhosamente a toda esta situação desde o meu sofá, café habitual e qualquer outro local que tenha uma TV ou um rádio e no meio de toda esta questão e depois de visualizar o video várias vezes quer na Tv quer no Youtube surgiu me uma questão que considero pertinente:
Então e a atitude da professora posso passar impune? Podem de facto os professores retirar á força e involuntariamente de forma autoritarista um equipamento que pertence em lei ao aluno, não seria a atitude correcta sugerir ao aluno que o guarda se e caso não o fizesse seria convidado a abandonar a aula? Ou o aluno tem total culpa desta situação? PORQUE SE OCULTA ISTO?
Não posso deixar de abordar este tópico no Blog é urgente ser justo, pois assisto vergonhosamente a toda esta situação desde o meu sofá, café habitual e qualquer outro local que tenha uma TV ou um rádio e no meio de toda esta questão e depois de visualizar o video várias vezes quer na Tv quer no Youtube surgiu me uma questão que considero pertinente:
Então e a atitude da professora posso passar impune? Podem de facto os professores retirar á força e involuntariamente de forma autoritarista um equipamento que pertence em lei ao aluno, não seria a atitude correcta sugerir ao aluno que o guarda se e caso não o fizesse seria convidado a abandonar a aula? Ou o aluno tem total culpa desta situação? PORQUE SE OCULTA ISTO?
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